[PEGA A PIPOCA] Série DareDevil

Hoje é dia de uma série que provavelmente vocês conhecem, assistiram ou vão falar "mas não tem um filme disso?". E eu venho aqui para dizer: esqueça o filme "Demolidor - O Homem Sem Medo", essa série é o que há. E vou dar alguns bons motivos para você assistir, ou pelo menos, ver o piloto.

Antes, vamos a uma curta sinopse:

Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixos tóxicos o deixou cego e fez com que ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome “Demolidor” (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell’s Kitchen, seu bairro em Nova York.

Se você gosta do universo de super-heróis, certamente já ouviu falar do Demolidor - isso se não leu os quadrinhos dele - deve saber que essa é uma série que você deve sim assistir, está muito bacana e bem fiel em muitas partes com a história original.

[LANÇAMENTO] Talvez Nunca Mais um País, de Flavio P. Oliveira

Hey cupcakes :D

Hoje é dia de divulgar um evento literário, especialmente para os leitores do Rio de Janeiro. A Delirium Editora, a Blooks Livraria e o Flavio P. Oliveira convidam vocês para a noite de autógrafos e lançamento oficial de "Talvez Nunca Mais um País", a distopia nacional que vem dando o que falar. Apareça lá para ter seu livro autografado, bater um papo, tirar uma foto com o autor e receber alguns brindes. GENTE, olha o kit do dia com marcador, atestado de loucura e um calendario de bolso:


Gente do céu, amei o kit! haha

Agora, conheça um pouquinho do livro:

SinopseTalvez nunca mais um país, partidos políticos, eleições etc. Dois vírus criaram uma nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade — gigantescas ratazanas devoram os corpos largados nas ruas. No setor 7, na famosíssima Copacabana, Miguel — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, um apaixonado por rock ‘n’ roll — envelhece (aceitando a sorte de ser um doador universal) sem ter muito o que fazer, além de caminhar na praia em companhia das porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo não permitido pelo autoritário governo.

O evento será no dia 05 de novembro (quinta-feira), das 19:00 às 22:00, na Blooks Livraria — Praia de Botafogo, n° 316 (Espaço Itaú de Cinema), com estacionamento na Praia de Botafogo, n° 348 (esquina com a rua Visconde de Ouro Preto). Fica bem perto do metrô, pertinho do Botafogo Praia Shopping, e o livro será vendido, durante o evento, por R$27,00, o preço normal de catalogo.

Vem cá confirmar sua presença no evento pelo facebook! Já fiz a resenha dele aqui e você pode conhecer também o site da Delirium Editora.

Que tal encher a livraria de alegria? ;)




[RESENHA] Talvez Nunca Mais um País, de Flavio P. Oliveira

Hey cupcakes!
Hoje é dia de mais uma resenha mas dessa vez, do livro do parceiro Flavio, com direito a atestado de parceria e muitas marcações no livro. Essa foi uma leitura muito boa, e como sempre, cheia de encantos e originalidade. A poesia das palavras e a conversação entre elas casou muito bem.

Talvez Nunca Mais um País
SinopseTalvez nunca mais um país, partidos políticos, eleições etc. Dois vírus criaram uma nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade — gigantescas ratazanas devoram os corpos largados nas ruas. No setor 7, na famosíssima Copacabana, Miguel — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, um apaixonado por rock ‘n’ roll — envelhece (aceitando a sorte de ser um doador universal) sem ter muito o que fazer, além de caminhar na praia em companhia das porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo não permitido pelo autoritário governo.


RESENHA
Vou começar com a resenha dizendo que se você quer uma leitura completamente diferente (LP ouviu muito essa palavra "diferente" num período, então leia esse livro também!), é esse tipo de leitura que você está procurando. Calma, eu não disse "estranho" nem nada de muito absurdo como sair gritando caroço com uma melancia no pescoço (que isso, pâm?) eu disse "diferente": com nomes diferentes, com personagens diferentes, com uma visão diferente sobre tudo que eu leio.
Esse atestado de parceria é amor, esse livro é amor, essa edição é amor, tudo é amorzinho!
Talvez nunca mais um país é um romance distópico que veio para encantar, para confundir e para fazer pensar muito - como seria viver numa cidade, que nem é bem mais uma cidade como conhecemos hoje - após contato com vírus e muitas mortes e destruição e bem... Sobrou muito pouco do que conhecemos hoje. Como é viver em um lugar desse jeito?

[PEGA A PIPOCA] Filme Uma Garota Encantada

Salve, salve galera. Já faz um tempinho que eu não vinha com essa coluna, sentiram saudades de mim? Porque eu senti de vocês. Quero dizer, saudades da coluna, porque até a pouco tempo o LP respondeu a uma TAG com a Pâm.
Senhoras, senhores, convido vocês a embarcarem no túnel do tempo, vamos voltar lá para 2004, para o terceiro filme como protagonista de uma atriz oscarizada. Com vocês, Ella Enchanted, ou no título em português, Uma Garota Encantada.
Agora que já voltamos para pegar nossa atriz, vamos voltar mais no tempo, para uma época de cavaleiros, príncipes e princesas.
“Ella (Anne Hathaway) ganha um insólito presente de sua madrinha Lucinda (Vivica A. Fox) o dom da obediência. Com isso ela é obrigada a fazer tudo o que as pessoas mandam, independente do que seja sem ter como se recusar. Após seu pai (Patrick Bergin) se casar novamente, sua vida piora ainda mais. Após sua madrasta Olga (Joanna Lumley) e as filhas dela, Hattie (Lucy Punch) e Olive (Jennifer Higham), descobrirem que Ella está sob o efeito do dom da obediência elas passam a explorá-la cada vez mais. Decidida a mudar de vida, Ella sai de casa e inicia uma viagem para reencontrar sua madrinha, pois apenas ela pode desfazer o feitiço. No caminho ela encontra o duende Slannen (Aidan McArdle), que decide acompanhar a viagem de Ella, e o Príncipe Char (Hugh Dancy), por quem se apaixona. ”
Antes de mais nada sinto que tenho a obrigação de esclarecer uma coisa, é da natureza humana o desenvolvimento de um senso crítico devastador sempre que nos julgamos conhecedores de uma determinada área. Acontece é que muitas vezes estamos tão acostumados a criticar que esquecemos de simplesmente apreciar o que está diante de nós.
Então, sim esse filme não é aquele que vai mudar sua vida, porém é uma obra que deve ser apreciada por sua capacidade de trazer uma boa diversão e entretenimento.
O que nós vamos ver nesse aqui em especial é uma comedia romântica que segue a mesma formula de tantas outras, mocinho e mocinha têm as suas diferenças e não podem ficar juntos, mas no fim o amor supera todos os obstáculos e eles vivem felizes para sempre... até porque estas historias costumam a fechar em si mesmas.
Uma garota encantada, de Tommy O’Haver, vai contar a história de Ella de Frell, uma garota adolescente que recebe de sua fada madrinha o dom da obediência enquanto ainda é um bebe, logo não importa a ordem que receba Ellavai cumprir, fato mostrado ainda no momento em que a fada a tem nos braços e manda que esta fique quieta, quando a neném começa a chorar muito e é prontamente obedecida com a pequena Ella fechando os olhos imediatamente. Sua mãe (Donna Dent), temendo os problemas que essa “benção” traria a pequena, tenta dissuadi-la com ajuda de sua atrapalhada fada domestica Minnie Driver, porém não consegue. Mais tarde somos apresentados a madrasta de Ella e suas duas filhas Hattie e Olive, até aí queridos e queridas, nenhuma novidade e não há qualquer novidade também quando vemos Ella cansada de sofrer nas mãos das irmãs que descobrem sua condição e resolve partir para achar a fada madrinha.
Esse parágrafo acima serve para ilustrar a “corriqueiriedade” do roteiro que não nos traz nada de novo, o que ele tem de novidade são as referências modernas ao estilo Shrek que tornam tudo mais amável, como o príncipe Charmont (Hugh Dancy) que tem um fã clube de garotas que correm gritando atrás dele, uma escada rolante no novíssimo recém inaugurado shopping, vale a pena reparar que mesmo sendo uma escada rolante ela é movida a manivela, com uma pessoa rodando para faze-la funcionar. Logo, é com ogros, duendes, gigantes e até algumas apresentações musicais que o filme se desenrola e conta sua história fofa e bem interessante.

Roteiro: Infelizmente não é um filme exatamente revolucionário com mudanças súbitas no roteiro, ou que vá prender sua atenção pelos momentos de reflexão profunda, esse na verdade, é um entretenimento satisfatório para uma tarde monótona de domingo. Seu roteiro é bem simples e minimalista, mas divertido e fofo. Mas há momentos que mesmo você sabendo como vai se desenrolar, lá perto do fim do filme, faz com que você torça para a protagonista e ria de suas situações caricatas.

Personagens:
Anne Hathaway: Interpreta a decidida e obediente Ella de Frell. Este foi um dos primeiros filmes da atriz, logo havia pouca experiência e muito talento bruto, o que eu posso afirmar com certeza é que observando o filme nota-se que Anne demonstra facilmente suas expressões facilmente, tornando-se aquele tipo de pessoa que você pode notar a distância quando está triste e feliz.
Hugh Dancy: Príncipe Char é simplesmente o típico par romântico que encontramos nesses tipos de comedia, com direito a um fã clube de garotas amalucadas, inocência e despreparo para assumir o cargo de rei, em termos de atuação ele está de acordo com o que o filme pede.
Aidan McArdle: Como duende Slannen que segue e auxilia Anne durante sua jornada, enquanto busca mudar seu destino, uma vez que é obrigado por um decreto real a ser cantor e destoa uma certa falta de talento para tanto.
Em resumo o filme não mudou a visão do cinema, tão pouco é algo fantástico e sem precedentes, porém ainda é uma obra que vale sim ser assistida.

"Ninguém deve ser forçado a fazer o que não quer. Falo por experiencia própria." - Anne. 

[PARCERIA] Editora Draco

Hey cupcakes! Como vão vocês? Hoje estou aqui para apresentar a vocês a nova editora parceira do blog, com muita alegria e muitos sorrisos, conheçam a Editora Draco! Tã tã tã tã tã tãaaaaam!

A Editora Draco

A Editora Draco publica somente livros nacionais. Gostamos de explorar o imaginário brasileiro e apoiamos os novos autores. Por isso, publicamos livros de diversos gêneros – da fantasia ao chick-lit, da ficção científica ao romance –, antologias de contos e quadrinhos, tudo exclusivamente nacional.

Draco. Do latim, dragão.

A palavra dragão (em inglês, dragon) vem do grego drákon, δράκων, que deriva do verbo derkomai, “olhar”, pois seu papel no mito grego é o de vigiar tesouros cobiçados. O nome tem sido dado a criaturas mitológicas muito diversas, de diferentes culturas.

[TAG] Princesas da Disney

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Vi essa tag no blog da Vanessa Sueroz e simplesmente achei demais! Fiquei com vontade, pedi e agora to aqui, fazendo ela também. Como se não bastasse, pedi para o querido LP fazer também... Bem... Posso contar que ele também aceitou o desafio (Aceitei só porque gosto de desafios, mas a realidade é que desde que me fizeram (foi a Pâm) o desafio de citar um livro para cada letra do meu nome eu fiquei traumatizado. - LP) e agora iremos mostrar pra vocês.
Vamos lá?

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Branca de Neve: um livro com a capa branca
Escolha da Pâm:
Eu gostei bastante do livro, mas achei a capa a coisa mais linda ainda haha Sinceramente, Seguinte, vocês capricharam nas capas dessa série :)
Escolha do LP:
It: A Coisa
Na verdade, essa "Coisa" (pegou? Pegou?) é uma aberração contra a natureza do tipo que te faz dormir com uma faca embaixo do travesseiro, mas tirando o fato de ter destruído minha sanidade é uma senhora leitura.

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