[RESENHA] A Esperança, de Suzanne Collins

E a última resenha dessa trilogia que eu amo tanto se inicia aqui. O filme saiu no final do ano passado e no fim desse ano vamos encontrar com esses personagens pela última vez nas telonas. Enquanto isso não acontece, vem a resenha do último livro. Se você não leu nenhum dos livros anteriores, para saber minha opinião sem spoilers recomendo ler o último parágrafo. Prometo que não irá ter spoilers. A resenha ficou curta mas eu evitei falar muito... Agora chega de lenga-lenga!


A EsperançaTítulo Original: The Hunger Games - Mockingjay
Editora: Rocco
Páginas: 421
Ano: 2011
Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução.
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra? Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.


RESENHA
E aqui venho eu, resenhar o último livro de uma série que se tornou uma das favoritas : Jogos Vorazes. A Esperança é o terceiro e último volume da saga distópica que abalou muitos jovens - me incluo neste meio,sim! Aliás, se você não leu os volumes anteriores (Jogos Vorazes e Em Chamas), não recomendo ler essa resenha pois pode conter spoiler,mas vou evitar ao máximo contar toda história.

[RESENHA] A menina que roubava livros, de Markus Suzak

Muitos anos depois do lançamento e alguns anos depois de ter lido, venho trazer a resenha de um dos melhores livros que eu considero já ter lido na vida, e fiquei aos prantos assim que terminei a leitura. Já li outros livros do autor, mas esse tem um destaque tanto pela história quanto pelo narrador-personagem. Vem conferir?

Para quem gosta de um livro que te deixe com vários pontos de interrogação na testa e que se passe na Segunda Guerra Mundial, esse é o recomendado. Mas vamos lá!

Sinopse
A Menina que Roubava LivrosA trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.


Quando a Morte conta uma história, você tem que parar para ler.

RESENHA
Li esse livro há pelo menos uns bons três anos, e ainda me lembro da história. Ainda sinto saudade de reler, e um dia tenho que comprar uma edição melhorzinha - a minha edição econômica sofreu os efeitos do tempo na orelha, mesmo eu cuidando ela fica viradinha. Mas tudo bem.
A narradora da história começa o livro falando um pouco sobre a morte. Até que ela finalmente se apresenta como sendo a própria Morte. Bizarro? Estranho? Peculiar... Mas aos poucos você se acostuma com a narradora. Ou não?
Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

[DIVULGAÇÃO] Maratona #LeiaJackaby

Hoje é dia da divulgação de uma série de livros no estilo de Sherlock Holmes e Doctor Who e tão bom quanto eles. Foi eleito o melhor livro jovem 2014 pela Kirkus Review e um dos 40 melhores
YA da estação pela CNN e foi a obra vencedora do prêmio Pacific Northwest 2015.O que acha de conhecer depois de tantas coisas?


Sinopse
“Eu sou um homem de razão e da ciência. Acredito no que vejo e posso provar, e o que vejo geralmente é difícil para os outros compreenderem. Até onde eu descobri, tenho um dom ímpar. Isso me permite ver a verdade quando os outros só enxergam ilusão. E há muitas ilusões, muitas máscaras e fachadas. Como dizem, o mundo todo é um palco e parece que eu tenho a única poltrona da casa, com vista para os bastidores.”

Abigail Rook deixou sua família na Inglaterra para encontrar uma vida mais empolgante além dos limites de seu lar. Entre caminhos e descaminhos, no gelado janeiro de 1892 ela desembarca na cidade de New Fiddleham. Tudo o que precisa é de um emprego de verdade, então, sua busca a leva diretamente para Jackaby, o estranho detetive que afirma ser capaz de identificar o sobrenatural.
Contratada como assistente, em seu primeiro dia de trabalho Abigail se vê no meio de um caso emocionante: um serial killer está à solta na cidade. A polícia está convencida de que se trata de um vilão comum, contudo, para Jackaby, o assassino com certeza não é uma criatura humana.
Será que Abigail conseguirá acompanhar os passos desse homem tão excêntrico? Ela finalmente encontrou a aventura com a qual tanto sonhara.

Prepare-se para desvendar este mistério!

E depois de tanto ouvir falar, eu fiquei super curiosa também! E já viram as capas dos demais livros? Imagina essas lindezas no Brasil...

A série é uma trilogia, que já tem as capas americanas, sendo que The Map é um conto da história, o que podemos chamar de livro 1.5, um pouquinho de tudo de bom e voilá! Vejam:


O Autor
William Ritter começou a escrever Jackaby no meio da noite, quando seu filho ainda era um bebê. Depois de se levantar para cuidar do pequeno, Will ficava acordado e, em sua mente, criava mundos incríveis e fantasias, tais como a de New Fiddleham. Vive em Springfield, Oregon, onde ensina artes, incluindo escrita, leitura, mitologia e heróis. Jackaby é seu primeiro romance.








Gostou? Leia o primeiro capítulo aqui, veja uma opinião e encontre: Amazon ou Saraiva. Depois dessa, estou correndo no Skoob pra marcar ;)

[RESENHA] Um Porto Seguro, de Nicholas Sparks

Depois de 89438234920983 anos de ter lido esse livro, e ainda apaixonada pela capa do filme (sim, eu não me apaixono por capas de filmes, mas essa me ganhou com toda certeza) e pelo tio Nicholas Sparks, resolvi que deveria resenhar, e fim de papo.
Brincadeirinha, o papo está só começando!

Nos momentos mais difíceis, o amor é o único refúgio.

Um Porto SeguroSinopse: Quando uma mulher misteriosa chamada Katie aparece repentinamente na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, questionamentos são levantados sobre seu passado. Linda, mas discreta, Katie parece evitar laços pessoais formais até uma série de eventos levá-la a duas amizades distintas: uma com Alex, o viúvo com um coração maravilhoso e dois filhos pequenos; a outra com sua vizinha muito sincera.
Apesar de ser reservada, Katie começa a baixar a guarda lentamente, criando raízes nessa comunidade solícita e tornando-se próxima demais de Alex e de sua família. No entanto, quando Katie começa a se apaixonar, ela se depara com o segredo obscuro que ainda a assombra e a amedronta: o passado que a deixou apavorada e a fez cruzar o país.
Com o apoio de Jo, Katie percebe que deve escolher entre uma vida de segurança temporária e outra com recompensas mais arriscadas... E que, no momento mais sombrio, o amor é seu único refúgio.

RESENHA

Ler Nicholas Sparks pode ser bobo para algumas pessoas, mas simplesmente é nostalgicamente lindo e eu sempre consigo ver o amor de diversas formas, e apesar do romance sempre ter o foco principal, podemos ver o amor pelos olhos das crianças, de pais e filhos, de avós e de pessoas queridas, eu sempre volto isso para o meu meio, mais palpável, e por isso não acho irreal. 
O amor não significa nada se você não está disposto a fazer um compromisso sério, e você não pode pensar no que você quer, e sim no que ela quer. Não agora, mas no futuro.


[PEGA A PIPOCA] Filme Interestellar

Salve, salve galerinha, manda LP aqui mais uma vez trazendo o nosso quadro adorado Pega a Pipoca. Hoje como faz tempo que não faço, vim trazer outro blockbuster aclamado. Apresentando Interestelar.
Então queridos, peguem uma xícara de chocolate quente com bastante marshmallow e vamos lá.
Após ver a Terra consumindo boa parte de suas reservas naturais, um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper (Matthew McConaughey) é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), ele seguirá em busca de uma nova casa. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Mackenzie Foy e Jessica Chastain) investirá numa própria jornada para também tentar salvar a população do planeta.
Sabe gente, eu tenho alguns diretores do qual sou fã de carteirinha e um deles é o Christopher Nolan. Eu sei, ele fez batman e a maioria acha ele superestimado, mas na boa, eu acho que ele é muito bom sim, um baita de um diretor. Além de é claro, seu irmão Jonathan que sempre escreve ótimos argumentos nos filmes, particularmente eu gosto dessa dupla. Inicialmente este era um filme de Spielberg, mas depois que o diretor de E.T. resolveu abandonar o projeto Nolan tratou de usar seu poder atual em Hollywood para conseguir os direitos e reescrevê-lo, ainda com a colaboração de seu irmão e Thorne, físico que serviu as teorias de base do filme. (Sentem esse cheiro? É o cheiro da explicação física lá no meu espaço)
Interestelar acaba por ser uma ficção cientifica das mais puristas, cheia de questionamentos e que explora como poucos não só a ciência, mas também conceitos como, fé e amor. Neste filme nós somos apresentados a uma Terra onde, digamos, as coisas não andam nada bem, há fome e poeira recobre a tudo e todos, uma alusão a grande depressão de 29 e no meio deste cenário, vemos uma NASA desacreditada e operando na clandestinidade. O único aparentemente feliz em saber da notícia do funcionamento da agencia espacial é Cooper que logo se vê no dilema de voltar a fazer o que gosta e abandonar a família. Mas como diz a teoria do não, obviamente ele iria aceitar.
Nolan, para alguns de vocês saberem, é um odiador de computação gráfica e chroma-key, logo eles filmaram em locações e construíram o máximo de sets que o orçamento permitiu, uma breve pesquisa na net nos diz que as cenas no espaço eram projetadas em imensos telões enquanto as câmeras captavam as emoções nos rostos dos atores. E funciona! Acho que é de longe o filme com as melhores atuações já produzido por Nolan e ele precisava disso, pois trata de temas como abandono, solidão e esperança. É galera, mas mesmo o filme tendo sido rodado em Imax e mostrar claramente que tamanho importa, não podemos esperar um filme muito discursivo, cheio de montanhas russas emocionais, que até existem sim, mas a verdade é que o diretor criou algo um pouco mais contemplativo, que segundo o próprio seria necessário assistir mais de uma vez para entendermos.

Roteiro: Como eu disse, criado primeiramente para Steven Spielberg, podemos notar facilmente que as primeiras cenas que envolvem o núcleo familiar foram criadas como marca registrada do diretor. Porem, dividido em dois atos maiores podemos ver onde termina a influência de um diretor e começa a de outro, ainda que Nolan se aproveite da máxima inicial do projeto. Na outra ponta, temos efeitos deslumbrantes, física para deixar qualquer um surtado e uma história envolvente e contemplativa.

Personagens:
Matthew: Mais uma ótima atuação do ator que por sinal é muito bom, o cara consegue conduzir toda a trama de forma que em determinada cena mostram apenas o rosto dele para enfatizar o quanto a situação é crítica, além de ter uma química muito boa com a jovem Murph, Mackenzie Foy que está tão bem que até nos faz esquecer que um dia foi a filha de Bella Swan e Edward Cullen na saga mais escabrosa do cinema.
Chastain: Filha de MacConaughey já na mesma idade em que o pai parte, faz um bom trabalho como aquela em que tentará salvar a humanidade enquanto seu pai não dá notícias por estar no espaço.
Hathaway: Mostra força e naturalidade como a Dra. Brand. Não digo que detêm um papel inexpressível, é só que a trama gira de uma forma muito grande em torno do eixo Matt e filha, tendo essa um destaque um pouco mais concentrado. Porem amores, um filme de Nolan normalmente é uma peça incomum, por isso esperem por algo diferente aqui.
Caine: Dá a vida ao cientista que convida Cooper a embarcar na missão, está aqui mais como um guia do papel que cada ator deverá desempenhar. Ainda que tenha uma ponta importante na trama central.

"Não adentre tão gentil naquela boa noite. A velhice deveria queimar em frenesi ao fim do dia; Fúria, fúria contra a morte da luz." - Caine

E minha galerinha, lembrem-se: Se tiver algum filme que vocês gostariam de ver aqui mandem lá nos comentários que eu vejo o que posso fazer...
Ah! Preparem-se também que em breve teremos nosso grupo de Facebook...

Por que assistir novelas? + Resultado Vingança Mortal

Esse é um tipo de postagem diferente e aleatória mas que veio na cabeça e eu tive vontade de desenvolver a ideia. Buscando em conceito exatamente, o que seria uma novela?

O conceito de novela deriva do italiano novella, que significa “notícia” ou “relato novelesco”. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, trata-se de uma composição literária do género do romance, embora mais curta, em que é narrada uma acção na sua totalidade ou parcialmente, cujo objectivo consiste em proporcionar prazer estético aos leitores com a descrição de sucedimentos, de caracteres, de paixões e de costumes.
A noção também é usada para fazer referência aos factos de maior relevo da vida real que parecem ficção e à mentira ou à ficção em qualquer matéria.
Em alguns países, inclusive em Portugal e no Brasil, onde fazem furor, a palavra novela é a versão encurtada da chamada telenovela, ou seja, uma série de episódios de ficção que pertencem ao gênero romântico e que são transmitidos pela televisão. Quando transmitidas pela rádio, dá-se-lhes o nome de radionovela, bastante em voga em tempos mais remotos antes de ter sido inventada a televisão.
Relativamente à literatura (novela literária), a sua principal característica é a extensão. De uma forma geral, as novelas têm entre 20.000 e 40.000 palavras. Às narrativas mais curtas dá-se-lhes o nome de contos. Ao contrário do conto, a novela evita longas descrições e dá prioridade à narração, ao diálogo (as falas) e ao resumo.
Outra diferença entre a novela e o conto é que o relato da primeira apresenta uma trama mais complicada, com um maior número de personagens. Por outro lado, há todo um encadeamento de acções individualizadas na novela, a qual tem por base um conflito e aponta para o desfecho, que se quer evidente e surpreendente.
Existem distintos critérios para classificar as novelas em diversos grupos. Por exemplo, consoante o tom da obra, a novela pode ser satírica, humorística, didáctica, etc. Dependendo da sua forma, pode-se falar em novelas autobiográficas, epistolares ou dialogadas, entre outras.
Fonte: Conceito De

Aqui no Brasil, temos novelas para todos os horários - aquelas que passam as três, às seis, às sete, às nove, às onze... e por aí vai. Cada uma pode mostrar até uma determinada faixa etária ou ser livre, mas o que encontramos muitas vezes são cenas impróprias e pensamos "nossa, mas pra quê eu vou assistir essa porcaria?". Não sei dizer exatamente nas novelas novas, mas nas novelas de antigamente, podemos conhecer muitos costumes, sejam da fazenda, sejam de "época". E isso acaba sendo interessante, ver as comidas, ver os lugares, onde dormiam, como dormiam, a paz, ou não... Enfim!
Houveram novelas que foram censuradas na época da ditadura, por falarem de coisas e liberdade de expressão que jamais poderiam em "sã consciência". Isso não te lembra História? E isso é realidade.
Novelas que mostram costumes judeus, cristãos, indianos,mexicanos...
Novela "Caminho das Índias" com muitos costumes, casamentos, danças dentre outros.

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