[PEGA A PIPOCA] Filme Prometheus

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Salve, salve galera. Pega a Pipoca diferente hoje queridinhos. E quem diria?
Não, acho que ninguém diria, mas enfim, vamos ao que interessa antes que eu me perca com essa digressão. O Pega a Pipoca deste sábado trará a vocês uma indicação um pouco mais imparcial, tentarei por um filme para vocês de forma em que possam decidir se este filme é bom ou não. Ao contrário do que normalmente faço em que lhes dou uma sugestão que muito me agrada, desta vez dou-lhes uma sugestão em que me manterei a parte de suas escolhas devido ao gênero. E para hoje temos uma ação/drama/terror e neste último gênero eu tendo a manter uma postura mais neutra. Com vocês, pela solicitação de nossa amável Pâm, temos Prometheus.
Então ascendam as luzes, porque é sempre melhor de luz acesa e vamos lá.
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Diário de bordo, o ano é 2089. Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Logan Marshall-Green) são exploradores que encontram a mesma pintura em várias cavernas na Terra. Com base nisto, eles desenvolvem uma teoria em que a pintura aponta para um lugar específico do universo, que teria alguma relação com o início da vida no planeta. A dupla convence um milionário, Peter Weyland (Guy Pearce), a bancar uma cara expedição interestelar para investigar o assunto. Desta forma, Elizabeth e Charlie entram para a tripulação da nave Prometheus, composta pelo robô David (Michael Fassbender), a diretora Meredith Vickers (Charlize Theron), o capitão Janek (Idris Elba), entre outros. Todos, com exceção de David, hibernam em sono criogênico até que a nave chegue ao objetivo, o que acontece em 2093. Encantados com a descoberta de um novo mundo e a possibilidade de revelarem o segredo da origem da vida na Terra, Elizabeth e Charlie não percebem que o local é também bastante perigoso.
É isso aí galera e o que temos em mãos para começar é um preludio de Alien, o Oitavo Passageiro, dirigido por Ridley Scott, o cara por trás de Êxodo, Deuses e Reis e Hannibal. Ambientado no mesmo universo Scott afirmou que o filme deixa algumas questões sem respostas. Há uma nova leva de símbolos, das cobras fálicas ao "engenheiro" (nome dado ao criador da raça humana), ainda conta com uma estranha referência de maternidade, como o extraterrestre que sai de dentro da barriga no filme e que também é mostrado nesse.
Não resisti, porque everything is awesome!
O filme obteve bons números de bilheteria além de ser bem aceito pela crítica especializada, claro que isso além do fato de O papel de Charlize Theron foi cobiçado inicialmente por Angelina Jolie, enquanto o outro personagem feminino também despertou interesse em Natalie Portman, Anne Hathaway, Gemma Arterton, Carey Mulligan e Michelle Yeoh. Entre os homens, James Franco e Ben Foster também quiseram participar, mas não foram incluídos no projeto. 

Roteiro: Conta com ótimos efeitos especiais, com um elenco em total sintonia e com criaturas misteriosas e interessantes, isso sem falar no suspense bem construído e nas cenas de ação extraordinárias. Então, qual seria o problema? Talvez a superficialidade de seu discurso. Na história, uma equipe de exploradores descobre novos indícios sobre a origem do homem. Em busca de respostas, juntam-se a tripulação de uma nave, patrocinada por um executivo, para seguir um mapa estelar que levaria a um possível contato com nossos criadores.

Personagens:
Noomi: Tem uma boa performance, entregando uma atuação intensa, em que sua fragilidade aparente cede lugar a uma força e um instinto de sobrevivência impressionantes.
Fassbender: Dá vida ao personagem mais enigmático da trama (mais até do que os alienígenas). Ao contrário de Alien, aqui não há mistério com relação a existência de um robô dentro da tripulação, mostrando mais uma vez a intenção do diretor de não se repetir. Desde o início sabemos que o personagem de Fassbender não é um humano, mas isso não significa que ele passe a ser transparente por causa disso.
O resto da galera que completa o elenco se saem muito bem desde a advogada até o comandante da nave que apesar dos seus clichês tem um toque heroico. 
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Livros à Thriller Psicológico - É para você?

Hoje vou falar de um gênero que venho me deparando muito mais frequentemente, talvez por estar me dando a oportunidade de provar novas leituras. O fato é que isso me surpreendeu, e tem muita gente que gosta e tem gente que não. Mas por que não se dar a oportunidade de conhecer, de fato, um novo tipo de leitura?
Hitchcock, personagem ligada bastante ligado ao gênero
O gênero de Thriller, no geral, usa principalmente o suspense e a tensão, escondendo pistas e mostrando outras tantas para o leitor, afim de conduzir a um desfecho geralmente nada esperado.
Isso porque o autor, tende a trabalhar com a sua mente, com suas faculdades mentais
No thriller psicológico, os personagens não são dependentes da força física para superar seus inimigos (que é frequentemente o caso típico de thrillers de ação), mas dependem de suas capacidades mentais, seja pela inteligência lutando com um oponente formidável, ou por tentar se manter em perfeito estado psicológico.

[PEGA A PIPOCA] Filme Stardust, o Mistério da Estrela

Salve, salve galera. Olha só quem voltou com o Pega a Pipoca? Isso mesmo, seu amigo do bairro, o homem... oops. Digo, o LP. Nota: agora a internet sabe demais.
Hoje eu estou de bom humor amigos, feliz e apaixonado de certa forma, mesmo que amargue a solidão de não ter namorada, mas enfim. Então resolvi compartilhar com vocês um filme muito especial para mim, uma espécie de conto de fadas, com toque de comedia romântica, com um já perpetuado e ao mesmo tempo único tema. Eu apresento a vocês, Stardust, o Mistério da Estrela.
Então preparem seu aparato de Fondue de chocolate, ou queijo (o clima está frio) e vamos lá.
Está é a maravilhosa história de um balconista chamado Tristan (Charlie Cox) que não tinha nenhuma ambição na vida a não ser conquistar o coração da bela Victória (Sienna Miller), que nada sente por ele. Em uma noite, uma estrela cadente surge nos céus e ele promete ir buscá-la para dar de presente à amada, como prova do que sente. Porém, para isso, ele terá que atravessar uma grande muralha protegida por um incansável sentinela. Do outro lado do muro, Tristan irá conhecer um mundo novo e encantado, que ele nunca imaginou, Stormhold.
Pois bem, agora que já lhes contei a trama é hora de conversarmos sobre a história.
Contando com o roteiro baseado na obra homônima de Neil Gaiman e a direção por parte de Matthew Vauhgn, Stardust nos mergulha em um gênero que há muito já nos agraciou com obras prodigiosas. Esse gênero? Fantasia. No além muro há bruxas más e desesperadas, piratas voadores, reis e príncipes. Essa adaptação consegue nos agraciar como poucas, simplesmente por transpor todo o clima de magia da obra para uma linguagem visual de duas horas e meia. Ainda temos elementos de Humor como parte integrante de toda a trama. Isso não significa, porém, que aquela veia sombria de Gaiman, que o tornou tão famoso na indústria dos quadrinhos, (Sandman [será um easter egg?]) tenha sido apagada. Pelo contrário. O filme não é exatamente para a garotada, por algumas cenas de sangue (azul, mas é sangue) e mortes criativas. O humor também é levemente adulto.
Claro que devemos dar louros a boa qualidade do diretor em seu trabalho, ele inclusive desistiu de X-men 3 por esse filme, mas há também outro elemento que deve ser lembrado, a interação harmoniosa do elenco. E já vou explicar o porquê.
Vejam, em muitas obras cinematográficas, principalmente aquelas que estão se arriscando e pretendem obter algum mínimo sucesso costumam a contar com um elenco principal um tanto desconhecido, por outro lado o apoio costuma ter nomes de peso envolvidos. Vide o homem de aço, com Henry Cavill e Amy Adams, mas com Russell Crowe, Kevin Costner e Laurence Fishburne. Não citei esse filme à toa, Henry Cavill aparece nesse aqui também, mas em um papel muito pequeno e nessa obra nos vemos o estreante Charlie Cox, que parece uma mistura de Orlando Bloom com James Franco e ao seu lado atua Claire Danes. O peso vem por conta dos poderosos Robert De Niro e Michelle Pfeiffer. Trabalhando em conjunto com elementos e paisagens realistas o que temos é um elenco bem afinado em uma fantástica obra.

Roteiro: É uma adaptação de um autor já bem famoso, em que o próprio inclusive ajudou no roteiro e que ainda de quebra é bem relacionado graças a narração do poderoso Sir Ian McKellen.

Personagens:
Cox: Uma ótima escolha. Mesmo sem muita experiência, Cox criou um personagem encantador. Corajoso, ele atuou ao lado de todos os personagens do filme. Lutou de espada com Robert De Niro e duelou bravamente com Michelle Pfeiffer.
Daines: A forma um tanto cabeça dura e de personalidade um tanto atrevida interagiu de maneira muito interessante com Tristan, formando um dos casais mais bacanudos do cinema. Além de deter de certa forma uma pureza e uma delicadeza que poucas vezes eu vi refletir tão bem em um protagonista, principalmente se levarmos em consideração um mundo de trevas que é este em que vivemos.
De Niro: Olha, não dá para falar muito sobre ele até porque sempre que eu lhes indico alguma coisa tem sempre que ter algum elemento, ou personagem que não dá para falar senão estraga tudo. Logo fiquemos por aqui se não a graça toda vai pelo ralo.
Pfeiffer: Deve-se dizer que ela está simplesmente ótima no papel da “bela” e malvada Lamia, mas claro, a exceção de mulher gato eu acho essa mulher fantástica em seus praticamente todos os seus papeis.

Sua intenção é mesmo a de ser um entretenimento simpático, uma aventura de capa, espada e magia. Mas eu acho que é isso mesmo que queremos vez ou outra, não?

"Somos humanos por olhar as estrelas, ou olhamos as estrelas por sermos humanos? Não importa. As estrelas, olham para nós também? Esta sim é a questão..." - (Narrador)

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